Archive for May, 2009

Como usar o cliente de ftp (CoreFTP)

Thursday, May 14th, 2009

A versão FREE do programa CoreFTPLite pode ser encontrada nos seguintes endereços:

http://www.coreftp.com/download.html

1. Conectando ao servidor de FTP.

Após aberto o programa, na tela SITE MANAGER, será necessário informar os dados de conexão ao servidor FTP. Tais dados são informados pela Infinite Games no e-mail.

Servidor: seu ip (entregue no e-mail de ativação)
Usuário: seu login (entregue no e-mail de ativação)
Senha: suasenha (entregue no e-mail de ativação)

Após informar os dados, conectar ao servidor de FTP no botão CONNECT.

2. Transferiando arquivos do seu computador para o servidor de FTP.

Com a conexão realizada com sucesso, a tela seguinte irá mostrar as informações do usuário, como espaço em disco disponível e pasta raíz.

Na tela da direta, é informado a lista de pastas e arquivos que estão no servidor de FTP do domínio em questão, na tela da esquerda são informados os arquivos do computador do usuário.

Nesta fase é possível enviar arquivos, tanto do computador do usuário para o servidor de FTP ou ao contrário, também é possível criar pastas, subpastas, arquivos, etc.

Entenda o que é, o ataque ddos,

Thursday, May 14th, 2009

O que são ataques DoS

De acordo com a definição do CERT (Computer Emergency Response Team), os ataques DoS (Denial of Service), também denominados Ataques de Negação de Serviços, consistem em tentativas de impedir usuários legítimos de utilizarem um determinado serviço de um computador. Para isso, são usadas técnicas que podem: sobrecarregar uma rede a tal ponto em que os verdadeiros usuários dela não consigam usá-la; derrubar uma conexão entre dois ou mais computadores; fazer tantas requisições a um site até que este não consiga mais ser acessado; negar acesso a um sistema ou a determinados usuários.

Explicando de maneira ilustrativa, imagine que você usa um ônibus regularmente para ir ao trabalho. No entanto, em um determinado dia, uma quantidade enorme de pessoas “furaram a fila” e entraram no veículo, deixando-o tão lotado que você e os outros passageiros regulares não conseguiram entrar. Ou então, imagine que você tenha conseguido entrar no ônibus, mas este ficou tão cheio que não conseguiu sair do lugar por excesso de peso. Este ônibus acabou negando o seu serviço - o de transportá-lo até um local -, pois recebeu mais solicitações - neste caso, passageiros - do que suporta.

É importante frisar que quando um computador/site sofre ataque DoS, ele não é invadido, mas sim sobrecarregado. Isso independe do sistema operacional utilizado.

Os ataques do tipo DoS mais comuns podem ser feitos devido a algumas características do protocolo TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol), sendo possível ocorrer em qualquer computador que o utilize. Uma das formas de ataque mais conhecidas é a SYN Flooding, onde um computador tenta estabelecer uma conexão com um servidor através de um sinal do TCP conhecido por SYN (Synchronize). Se o servidor atender o pedido de conexão, enviará ao computador solicitante um sinal chamado ACK (Acknowledgement). O problema é que em ataques desse tipo, o servidor não consegue responder a todas as solicitações e então passa a recusar novos pedidos.

Outra forma de ataque comum é o UPD Packet Storm, onde um computador faz solicitações constantes para que uma máquina remota envie pacotes de respostas ao solicitante. A máquina fica tão sobrecarregada que não consegue executar suas funções.

Ataques DDoS

O DDoS, sigla para Distributed Denial of Service, é um ataque DoS ampliado, ou seja, que utiliza até milhares de computadores para atacar uma determinada máquina. Esse é um dos tipos mais eficazes de ataques e já prejudicou sites conhecidos, tais como os da CNN, Amazon, Yahoo, Microsoft e eBay.

Para que os ataques do tipo DDoS sejam bem-sucedidos, é necessário que se tenha um número grande de computadores para fazerem parte do ataque. Uma das melhores formas encontradas para se ter tantas máquinas, foi inserir programas de ataque DDoS em vírus ou em softwares maliciosos.

Em um primeiro momento, os hackers que criavam ataques DDoS tentavam “escravizar” computadores que agiam como servidores na internet. Com o aumento na velocidade de acesso à internet, passou-se a existir interesse nos computadores dos usuários comuns com acesso banda larga, já que estes representam um número muito grande de máquinas na internet.

Para atingir a massa, isto é, a enorme quantidade de computadores conectados à internet, vírus foram e são criados com a intenção de disseminar pequenos programas para ataques DoS. Assim, quando um vírus com tal poder contamina um computador, este fica disponível para fazer parte de um ataque DoS e o usuário dificilmente fica sabendo que sua máquina está sendo utilizado para tais fins. Como a quantidade de computadores que participam do ataque é grande, é praticamente impossível saber exatamente qual é a máquina principal do ataque.

Quando o computador de um internauta comum é infectado com um vírus com funções para ataques DoS, este computador passa a ser chamado de zumbi. Após a contaminação, os zumbis entram em contato com máquinas chamadas de mestres, que por sua vez recebem orientações (quando, em qual site/computador, tipo de ataque, entre outros) de um computador chamado atacante. Após receberem as ordens, os computadores mestres as repassam aos computadores zumbis, que efetivamente executam o ataque. Um computador mestre pode ter sob sua responsabilidade até milhares de computadores. Repare que nestes casos, as tarefas de ataque DoS são distribuídas a um “exército” de máquinas escravizadas. Daí é que surgiu o nome Distributed Denial of Service. A imagem abaixo ilustra a hierarquia de computadores usadas em ataques DDoS.